Dr. Henrique Rios

Hernia de disco: principais tratamentos

Hernia de disco: principais tratamentos

A hérnia de disco surge e começa a afetar a rotina da pessoa quando parte de um disco vertebral se desloca saindo de sua posição normal. Quando isso acontece, ele acaba comprimindo as raízes nervosas que estão estruturadas e ramificadas a partir da medula espinhal.

Quando se trata das regiões cervical e lombar do corpo, a hérnia de disco é um dos problemas mais recorrentes. Isso ocorrer especialmente porque tais áreas estão mais sujeitas ao movimento e tem uma função primordial na sustentação, suportando uma maior quantidade de carga.

Essa condição afeta os nervos do indivíduo, provocando uma série de problemas, tais como dor, fraqueza e dormência. Porém, é importante destacar que não são todas as pessoas que apresentam algum sintoma.

A seguir, você vai conhecer os principais tratamentos para a hérnia de disco. Continue a leitura e saiba mais!

Tratamentos para a hérnia de disco

Tratamento não invasivo

Aqui, temos uma notícia boa: a maioria dos casos envolvendo hérnia de disco pode ser tratada por meio de um processo não invasivo. Por exemplo, com o uso de medicação, como analgésicos, relaxantes musculares e anti-inflamatórios.

Fisioterapia

A fisioterapia também se mostra uma opção interessante para o tratamento da hérnia de disco. Normalmente, ela apresenta um efeito analgésico, pois faz uso de técnicas que ajudam a diminuir as dores.

Além disso, pode ser usada a fisioterapia motora, composta por exercícios que visam o fortalecimento muscular, o condicionamento da região e a estabilização da coluna.

Endoscopia

O tratamento a partir da endoscopia não costuma exigir muito do paciente. Ele permanece em internação por um dia e o procedimento é feito com sedação e anestesia local. A incisão em si é de apenas 1 cm.

Cirurgia para hérnia de disco

A cirurgia é aplicada em casos mais raros e após a utilização de outras técnicas. Por exemplo, quando o paciente não melhora com medicação e fisioterapia.

A operação tem baixo grau de invasão e tem como finalidade fazer a remoção da parte do disco responsável por comprimir e inflamar os nervos.

Cirurgias maiores também podem ser necessárias — implantes e parafusos —, entretanto, são exceção.

Prevenção da hérnia de disco

A prevenção é a melhor maneira de evitar problemas relacionados com a hérnia de disco.

Adquirir hábitos saudáveis, sempre observando as normas básicas de ergonomia, a exemplo de:

  • fazer exercícios de alongamento;
  • trabalhar o fortalecimento da musculatura abdominal;
  • praticar atividades físicas regularmente;
  • cuidar da postura;
  • evitar sobrecarga.

Essas são medidas muito importantes, que podem ser adotadas por todos.

Quais são as causas da hérnia de disco?

Essa condição costuma surgir em pessoas com idade entre 30 e 60 anos. A predisposição genética aparece como a principal causa do problema. Porém, fatores ambientais e comportamentais também entram na lista de fatores que contribuem para aumentar as chances de a hérnia de disco se instalar.

Por exemplo, carregar muito peso, ter excesso de peso corporal, fumar e ter uma vida sedentária.

Mas, como apontamos, a prevenção é simples e prática. Então, para evitar qualquer tipo de problema ou a piora de uma hérnia de disco já existente, vale a pena observar as orientações e cuidar da ergonomia e demais fatores relacionados.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em São Luís!



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Artrose nos joelhos: conheça os sintomas

Artrose nos joelhos: conheça os sintomas

A artrose nos joelhos é uma condição que afeta a mobilidade, sendo categorizada como um problema crônico e grave nessa articulação do corpo.

Na maior parte dos casos, esse problema é mais recorrente em pessoas acima dos 45 anos. Porém, ele pode ocorrer bem mais cedo, devido à presença de alguns fatores risco, principalmente a obesidade e o estresse frequente da articulação.

Causas da artrose no joelho

Alguns fatores que contribuem para o surgimento da artrose no joelho são:

  • Estar acima do peso ou em condição de obesidade;
  • Ter sofrido trauma direto no joelho, como quedas;
  • O próprio desgaste natural da articulação, que ocorre com o avançar da idade;
  • Doenças inflamatórias, especialmente aquelas ligadas ao uso incorreto da articulação.

Sintomas da artrose no joelho

Os sinais e sintomas que podem indicar a artrose no joelho são vários. Dentre os mais comuns, temos:

  • Inchaço e calor na articulação, especialmente quando está inflamada;
  • Estalos ao movimentar;
  • Rigidez após longos períodos de repouso. Por exemplo, ao se levantar de manhã, a pessoa precisa de algo em torno de 30 minutos para que o joelho funcione normalmente;
  • Dor no joelho após algum tipo de esforço. Ela pode melhorar com o repouso, mas quando o problema está em uma fase avançada, as dores podem até interferir na qualidade do sono;
  • Devido ao crescimento dos ossos ao redor do joelho, a pessoa tem a sensação de que estão maiores;
  • Limitação de determinados movimentos, tais como esticar a perna totalmente ou dobrá-la com facilidade;
  • Maior dificuldade para apoiar a perna no chão;
  • Músculos atrofiados e mais fracos na coxa.

É importante que, na presença desses sinais, o médico seja procurado. Precisamos ter em mente que, com o passar do tempo, a tendência é de que a artrose no joelho piore, provocando sintomas mais graves, como dores fortes e deformidades ósseas.

Tratamento da artrose no joelho

O tratamento para esse problema é feito com o uso de remédios analgésicos, assim como suplementos alimentares, que atuam na manutenção e restauração da articulação, além de anti-inflamatórios.

O paciente precisa passar pela fisioterapia em determinadas situações. Quando a artrose nos joelhos está avançada, pode ser necessário o uso de infiltração com corticoides ou mesmo cirurgia, nos casos mais graves.

Observações

Nas situações envolvendo a artrose nos joelhos, é esperado que ambos os joelhos sejam prejudicados. Entretanto, nem sempre os sintomas percebidos em um serão vistos no outro. Normalmente, isso tem relação com o grau de comprometimento de cada articulação.

Porém, como apontamos anteriormente, com o passar do tempo e sem os cuidados necessários, a tendência é de que o problema piore. Em muitos casos a pessoa negligencia tanto sua situação e só procura ajuda médica quando não consegue andar.

Os tratamentos existentes são seguros, funcionais e práticos. Por isso, não existe nenhum impedimento para que o profissional de saúde não seja procurado logo nos primeiros sinais.

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Artrose nos joelhos: o que é e por que ocorre?

Artrose nos joelhos: o que é e por que ocorre?

A artrose nos joelhos é uma condição caracterizada, principalmente, pela degeneração das juntas e pela inflamação dos joelhos. É uma doença que se manifesta com o desgaste das cartilagens que revestem as extremidades dos ossos. Quando isso ocorre, a pessoa pode ter muitas dores.

No caso do joelho, o primeiro sinal indicador da artrose é a dor. Geralmente, este sintoma é progressivo e costuma piorar quando a pessoa faz algo que requer mais da articulação, como subir escadas, fazer movimentos repetitivos, praticar esportes de contato ou descer muitos degraus.

Além disso, a intensidade da dor tem uma relação direta com o peso suportado pelos joelhos. Isso diz respeito tanto ao peso físico quanto ao peso por carga.

O que causa a artrose no joelho?

É importante considerar que existem dois tipos de artrose. Veja as principais características e a causa de cada uma delas, abaixo.

Artrose primária

A principal causa do surgimento da artrose primária é o uso excessivo e inadequado da articulação. Entretanto, ela pode surgir nos joelhos como consequência do processo de envelhecimento normal pelo qual todas as pessoas passam.

Além disso, há casos em que ela ocorre em vários membros de uma mesma família, o que sugere haver também causas genéticas e hereditárias.

Quando o indivíduo faz um uso repetitivo da articulação do joelho por um longo período, as possibilidades de danos à cartilagem são grandes. Caso isso ocorra, a artrose pode se instalar com dor e inchaço. Com o passar do tempo, também é vista a degeneração da membrana sinovial e do líquido sinovial.

Em situações mais complexas, a cartilagem pode ser prejudicada em sua totalidade, evento que provoca um maior atrito entre os ossos e causando, além da dor, diversas limitações de mobilidade.

Artrose secundária

Já artrose secundária está relacionada às condições ou doenças pré-existentes. Por exemplo, traumas repetidos, distúrbios hormonais, artrite reumatoide, gota, cirurgias, obesidade, entre outros fatores.

Sintetizando, as causas mais comuns da artrose são:

  • Trabalhos que exigem ou provocam a sobrecarga dos joelhos;
  • Desgaste natural, normalmente, a partir dos 50 anos de idade;
  • Fraqueza, especialmente na região das pernas;
  • Histórico familiar;
  • Atividades que requerem movimentos repetitivos, como agachar, levantar objetos pesados ou ajoelhar;
  • Esportes e atividades físicas que forçam muito a articulação do joelho;
  • Movimentos inadequados que deixam o joelho mais vulnerável a lesões;

Como prevenir a artrose no joelho?

A prevenção para a artrose passa por ações simples que a pessoa pode adotar no seu dia a dia e que, a longo prazo, são muito úteis. Confira algumas!

  • Exercícios físicos (isso mesmo, eles também podem ajudar). Principalmente aqueles que trabalham o fortalecimento da musculatura das pernas e que permitam ter mais consciência sobre sua mobilidade;
  • Perder peso, especialmente devido à sobrecarga nos joelhos;
  • Evitar o fumo, pois o cigarro prejudica a qualidade do colágeno presente nas articulações;
  • Ter uma alimentação balanceada;
  • Não praticar exercícios sem a orientação adequada.

A artrose nos joelhos é um problema muito incômodo, por isso, assim que os primeiros sinais surgirem, o médico deve ser consultado. Como apontamos, esta é uma condição que pode até mesmo prejudicar a mobilidade.

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O que é pulso aberto?

O que é pulso aberto?

Existem várias doenças que afetam as mãos e que têm uma relação direta com à pratica de atividades que provocam a necessidade de movimentos repetitivos e uniformes, como o uso de smartphones. Até mesmo o uso de teclados e qualquer outra tarefa que exija o uso demasiado dessa parte do corpo. Dentre as alterações na região, uma das mais comuns é o pulso aberto.

Apesar de ter um nome um tanto estranho, o pulso aberto é caracterizado pela dor na mão ou no punho, instabilidade nessa articulação e perda de força. Tais fatores provocam a limitação dos movimentos funcionais. Em situações mais específicas, esses sintomas podem ser acompanhados de inchaço e inflamação no local.

Diagnóstico do pulso aberto

Seja por suspeita de pulso aberto ou qualquer outro tipo de problema que esteja afetando a região, o especialista sempre deve ser procurado para uma avaliação mais cuidadosa.

As mãos são compostas por uma quantidade significativa de estruturas e, por isso, o correto diagnóstico é essencial para que complicações futuras sejam evitadas. A exemplo, temos as tendinites crônicas e a artrose.

Para diminuir o desconforto e amenizar os sintomas do pulso aberto, como inchaço e dor, a imobilização do punho é essencial. Também é possível aplicar gelo na região durante 15 minutos, sempre protegendo a pele do contado direto com o gelo — pode-se usar um pano entre o saco de gelo e a pele.

Em algumas situações, pode ser necessária a realização de fisioterapia, especialmente no caso em que a recuperação é lenta.

Tratamentos para pulso aberto

Para a definição do tratamento, o ponto-chave a ser analisado pelo médico será a gravidade do caso.

Nas situações mais simples, pode ser que cuidados básicos como aplicação de gelo, repouso e analgésicos já sejam suficientes para o alívio da dor. Nos casos mais complexos, pode ser preciso cirurgia.

O termo pulso aberto é usado como uma forma de descrever os incômodos e a dor nessa área. Na realidade, não é um diagnóstico, apenas uma expressão genérica para se referir à sensação de dor.

Sendo assim, o pulso não fica, literalmente aberto. O que existe é a presença de alguns eventos, que podem provocar dores e que são a base do problema.

Cuidados e prevenção

A melhor maneira de prevenir problemas nos pulsos é adotar algumas práticas no dia a dia. A finalidade é garantir que os tendões e músculos sejam fortalecidos e que estejam menos propícios a sofrerem com lesões. Acompanhe algumas dicas:

  • Faça alongamentos dos dedos, sempre que possível;
  • Movimente os pulsos e os cotovelos;
  • Faça pausas de cinco minutos para cada hora de atividades com as mãos;
  • Faça exercícios específicos para os pulsos;
  • Movimentos circulares e “sacudidas” são uteis para relaxar os pulsos.

Os sinais de dor no pulso podem começar com um leve desconforto e ir se agravando com o tempo, até chegar a uma inflamação, que caracteriza o pulso aberto. Sendo assim, o primeiro e mais importante passo é consultar um especialista para que a causa do distúrbio seja detectada e o tratamento seja iniciado, evitando-se problemas no futuro.

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6 dicas para evitar a dor no punho

6 dicas para evitar a dor no punho

A dor no punho tem se tornado um problema muito frequente nos dias atuais, sendo caracterizada por um desconforto ou incômodo persistente na região.

Ela pode ter como origem uma série de causas. Entre as mais comuns, temos: tenossinovite, presença de cisto, tendinite, fratura e síndrome do túnel do carpo.

Nos próximos parágrafos, selecionamos algumas dicas práticas que podem ser muito úteis para evitar problemas e dores no punho. Continue a leitura e saiba como se prevenir!

Como prevenir a dor no punho

1. Usar acessórios

Esta dica é direcionada para quem costuma praticar alguma atividade física ou exercícios funcionais. Por exemplo, o Pilates cobra muito o uso das mãos e, nesses casos, vale a pena usar acessórios de proteção para os ossos do punho. Além disso, é preciso seguir com rigor as orientações do professor.

Existem talas de diversos tamanhos e modelos, todas elas desenvolvidas para diminuir o desconforto na região. De acordo com o emprego da pessoa ou sua rotina, ela até pode agregar esse item no dia a dia, utilizando um modelo que não restrinja tanto os movimentos.

2. Diminuir o esforço repetitivo

A maioria das reclamações de dores no punho tem como base o esforço feito em atividades diárias, ou melhor, na quantidade e na repetição delas. A sugestão aqui é se planejar melhor para incluir pausas para descanso e relaxamento das mãos.

3. Aplicar gelo no local

O gelo é muito útil para diminuir a dor no punho, derivada de algum evento traumático e súbito. Ele pode ser usado após lesões nos punhos, hematoma, inflamação ou após cair com a mão esticada. Além de melhorar a dor, o gelo também ajuda a diminuir o inchaço. Mas, lembre-se de procurar o médico o quanto antes, para avaliar se não ouve algo mais sério.

4. Fazer exercícios para os punhos

Realizar exercícios para os punhos de forma frequente é uma das maneiras mais eficientes para evitar dores e lesões. Eles são ainda mais importantes para as pessoas que usam as mãos como ferramenta principal de trabalho, como quem trabalha com computador, ou mesmo dentistas.

5. Usar cremes relaxantes

No mercado, há uma série de cremes que ajudam a promover o relaxamento dos músculos e nervos. Eles são de venda livre e são muito úteis no dia a dia.

6. Consultar o especialista

Às vezes, a pessoa sente a dor no punho, toma algum remédio por conta própria e vai adiando a visita ao especialista. Isso é um erro. A automedicação tende a piorar o quadro com o tempo. Além disso, em caso de quedas e traumas, pode haver uma lesão mais grave, ou um osso fraturado, que requer tratamento especializado e imediato.

Evitar a dor no punho, como vimos, não é algo tão complicado. Pausas frequentes para exercícios e alongamentos rápidos, além de cuidados básicos de ergonomia já garantem menos estresse e mais proteção para essa parte do corpo.

Esperamos que nossas dicas possam ajudar você a lidar melhor com o desconforto e possíveis episódios de dor no punho. Por fim, lembre-se sempre de consultar o especialista, quando perceber que algo está errado!

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Dor no tornozelo: quando procurar um especialista

Dor no tornozelo: quando procurar um especialista

Dificilmente, vamos encontrar alguém que nunca tenha sentido dor no tornozelo em algum período da vida. Esse desconforto é algo muito comum, que pode acontecer tanto em crianças quanto em adultos.

As causas por trás desse problema são muito variadas e podem apresentar diversos níveis de intensidade e gravidade.

Além disso, temos que ter em mente que a articulação do tornozelo é fundamental para garantir a sustentação e o equilíbrio do corpo ao caminhar. Sendo assim, mesmo que seja uma dor leve ou que costuma desaparecer e voltar, o médico especialista deve ser procurado. O objetivo disso é evitar que algo pequeno e simples possa se tornar em uma condição grave amanhã.

A seguir, vamos entender um pouco melhor sobre quando procurar um especialista e a importância disso. Acompanhe!

Quando procurar um médico, devido à dor no tornozelo?

Ficar atento aos sintomas é a melhor maneira de saber que existe um problema que precisa ser considerado com mais atenção. Ignorar os sinais e não procurar tratamento adequado pode deixar tudo mais complicado. Alguns desses sintomas são:

  • Ter atrite no tornozelo ou pé;
  • Dor frequente na sola dos pés;
  • Deformidades na região do tornozelo ou do pé;
  • Dor ou desconforto persistente por mais de 72 horas e que tende a aumentar quando a pessoa fica de pé ou caminha.

Hoje, devido à grande variedade de exames e de recursos existentes, é possível realizar diagnósticos cada vez mais detalhados e precisos.

Além disso, as próprias técnicas cirúrgicas para a correção dos problemas evoluíram com o tempo. Com isso, os tratamentos são mais eficientes e a recuperação é mais rápida e segura. Outro ponto a ser observado é que os procedimentos cirúrgicos estão cada vez menos invasivos, o que garante mais conforto e menos riscos.

Cuidados com a dor no tornozelo

Quem sofre com algum problema nos tornozelos também pode tomar algumas ações em casa, para minimizar o desconforto e ajudar na recuperação. Confira algumas dicas:

Repouso

Se o pé está lesionado, o repouso é muito importante, especialmente nas primeiras 48 horas. Isso evita que o problema evolua.

Frio

A área afetada, caso seja uma lesão, deve ser resfriada. É importante lembrar que o gelo não deve estar em contato direto com a pele, pois pode provocar congelamento e mais dor.

Colocar um pano entre a pele e o gelo ajuda a resolver esse ponto. O ideal, é que a aplicação de gelo seja feita por 20 minutos a cada hora, mas nunca mais que 3 horas consecutivas.

Posição dos pés

O pé, cujo tornozelo está incomodando, precisa ficar em uma posição acima do nível do coração. Para isso, podemos usar travesseiros para apoiar e levantar. No caso de a pessoa estar sentada, ela pode trabalhar esse ponto mantendo a perna elevada em uma cadeira ou mesa pequena.

Compressas

É importante fazer compressas para diminuir o inchaço e até ajudar na diminuição da dor. Porém, elas não devem ser muito fortes para não correr o risco de prejudicar a circulação sanguínea.

Por fim, ao surgir qualquer sinal de dor no tornozelo que esteja persistindo por mais de 3 ou 5 dias, sempre procure por ajuda profissional!

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4 dicas para evitar a dor no tornozelo

4 dicas para evitar a dor no tornozelo

A dor no tornozelo pode ser qualquer tipo de desconforto em um ou ambos os tornozelos. A principal causa do sintoma são as torções, também conhecida como entorses – lesões muito recorrentes.

Geralmente, esse problema tem origem no estiramento ou no rompimento por completo dos ligamentos. De acordo com a situação, podemos classificar a lesão como leve, moderada ou grave.

Quando a dor no tornozelo surge devido a uma entorse, colocar gelo no local da lesão pode ajudar. Porém, é muito importante procurar um médico para uma avaliação mais detalhada.

Afinal, apenas um profissional é capacitado para analisar a gravidade da situação, assim como o melhor tratamento para o problema.

A seguir, listamos algumas dicas poderão minimizar as dores no tornozelo. Continue a leitura e saiba como se cuidar!

Como reduzir a dor no tornozelo?

1. Cuidar dos calçados

Seja no dia a dia, ou na prática de alguma atividade física, é preciso ficar atento ao tipo de calçado utilizado. Quando usamos o modelo adequado, os arcos plantares têm um melhor suporte e, além disso, o nível de amortecimento de impacto entre os pés e o chão é maior.

Por exemplo, ao fazer uma caminhada de chinelos para se exercitar é bem provável haver dores nos pés e maior nível de estresse nos tornozelos. Com o tempo, esse hábito irá provocar dores crônicas e desconforto.

2. Trocar de calçado

O uso cotidiano dos mesmos calçados pode trazer impactos negativos para os tornozelos. O motivo é simples: com o passar do tempo, o suporte dado pelo calçado tende a diminuir e, com isso, os tornozelos ficam mais vulneráveis, pois os pés estão recebendo menos apoio.

Para evitar que tanto os pés sejam prejudicados e os calçados fiquem “viciados”, a dica é alternar e tentar usar estilos diferentes, sempre observando o tipo indicado para a situação. Fazer isso vai ajudar a diminuir a tenção nos pés e proteger os tornozelos.

3. Não carregar peso excessivo

Muitas lesões nos tornozelos surgem devido à rotina inadequada. Por exemplo, em determinadas atividades, pode haver necessidade de carregar cargas excessivas. O maior problema disso é a pressão exercida nos tornozelos, a vulnerabilidade para torções e até mesmo o surgimento de inflamações nos pés.

Claro que nem sempre podemos evitar, especialmente se for uma atividade profissional. Nesse caso, a dica é cuidar do relaxamento do tornozelo, além de usar calçados que deem um maior nível de firmeza e proteção aos pés.

4. Perder peso

A cada dia, o excesso de peso tem se tornado um problema presente na vida de mais pessoas. Além dos prejuízos à saúde, causados pela condição, os pés também sofrem muito. Afinal, são eles os responsáveis por suportar todo o corpo.

Trabalhar a redução de peso ajuda não apenas a diminuir a dor no tornozelo, como também evita que demais articulações sejam prejudicadas e que problemas cardiovasculares surjam.

Extra: Essa dica adicional é voltada para pessoas que curtem praticar esportes e atividades físicas. Escolher bem o calçado é fundamental aqui e, além disso, é preciso ter uma atenção adicional com o fortalecimento e proteção dos pés.  Há uma série de atividades que ajudam a relaxar e estabilizar essa região, protegendo os tornozelos.

Por isso, converse com seu médico e com o educador físico sobre o que pode fazer para dar mais segurança aos pés e evitar dor no tornozelo nas rotinas de treino.

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Bursite no joelho: diagnóstico e tratamento

Bursite no joelho: diagnóstico e tratamento

A bursite no joelho surge em decorrência de uma inflamação ou irritação em uma das bursas do joelho. As bursas são pequenas bolsas que armazenam líquido e atuam reduzindo o atrito entre as estruturas da região. No joelho, temos oito delas.

As bursas são distribuídas por todo o corpo e, normalmente, estão situadas sempre entre os ligamentos, tendões, músculos e os ossos. Elas permitem, por exemplo, que a musculatura possa se mover de forma livre, tanto relaxando quanto contraindo, sem que seja necessário haver muita fricção ou tensão.

Principais causas da bursite no joelho

Posições que possam afetar as bursas e a repetição de determinados tipos de movimentos, que possam estressá-las, estão entre as principais causas da bursite. Algumas das situações em que esses eventos podem ocorrer, são:

  • Ficar apoiado sobre os joelhos por longos períodos de tempo de forma frequente;
  • Devido a alguma condição pré-existente, tal como gota, inflamação ou artrite — alguns fluidos podem se infiltrar nas bursas, fazendo com que fiquem inchadas;
  • Traumas e pancadas fortes que podem dar origem à lesões;
  • Músculos tensionados que provocam atrito na bursa, causando irritação e uma consequente inflamação.

Quem gosta de esportes, como vôlei, jiu-jitsu, futebol e corrida. É preciso ter uma atenção redobrada, pois, em boa parte dos casos, os exercícios praticados de forma incorreta aparecem como principais causas do problema.

Pessoas acima do peso, ou em estado de obesidade, têm maiores chances de desenvolver bursite no joelho. Isso ocorre especialmente porque o excesso de peso exige mais dessa articulação.

Diagnóstico da bursite no joelho

Normalmente, o diagnóstico é feito por meio de um exame físico. O médico vai avaliar quais as articulações estão lesionadas.

De acordo com a situação, e para um diagnóstico mais detalhado, o profissional também poderá solicitar alguns exames adicionais, como a ressonância magnética e o ultrassom.

Exames de raios-X também podem ser pedidos, mas com a função de eliminar outras causas, ou avaliar algum aspecto específico, uma vez que eles não são capazes de diagnosticar a bursite.

No mais, exames de sangue também são muito úteis no processo de diagnóstico.

Tratamento para a bursite no joelho

Existem diversas opções de tratamento para a bursite no joelho. Conforme a situação, o médico pode recomendar apenas um método ou aliar vários, para um melhor resultado.

Medicamentos

O uso de medicamentos é recomendado, principalmente, quando a bursite tem uma infecção como causa.

Fisioterapia

Para melhorar a recuperação e garantir que o paciente tenha maior resistência à esse problema, o médico pode recomendar que ele inicie um tratamento de fisioterapia. A fisioterapia é benéfica para o fortalecimento muscular, correção da postura, melhora de flexibilidade, alivio da dor e redução de riscos.

Cirurgia

Entretanto, em determinados casos, um tratamento mais invasivo pode ser a solução. Dentre os mais usados, estão o método de aspiração (para a retirada do excesso de líquidos e tratamento da inflamação).

A cirurgia é indicada quando se trata de uma bursite crônica ou o paciente não obteve resultados com outras abordagens mais conservadoras. A infiltração é outro método terapêutico, utilizado quando os tratamentos básicos não apresentaram resultados e a bursite é persistente.

De qualquer maneira, a recomendação é sempre procurar o médico especialista em caso de bursite no joelho. Além de evitar que o problema piore, tratar o mais rápido possível garantirá a saúde dessa, que é uma das articulações mais importantes do corpo.

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Hérnia de disco: quando a cirurgia é indicada

Hérnia de disco: quando a cirurgia é indicada

A hérnia de disco é um problema sério, mas bastante comum: segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 5,4 milhões de brasileiros sofrem com essa enfermidade, que é dolorosa e pode se tornar incapacitante.

As razões para o desenvolvimento dessa hérnia podem variar bastante. 

Embora o desgaste da coluna vertebral seja natural, os hábitos adquiridos com o advento da tecnologia, a rotina do escritório e até exercícios feitos de maneira incorreta podem acelerar o processo.

Em geral, as hérnias de disco são tratadas de maneira convencional, com a utilização de medicamentos, atividade física, fisioterapia e tratamentos auxiliares (acupuntura, por exemplo).

Em alguns casos, no entanto, é preciso submeter o paciente a uma cirurgia, com o intuito de restabelecer a sua qualidade de vida e permitir que a pessoa possa trabalhar, andar, fazer as atividades cotidianas.

Neste artigo, falaremos um pouco mais sobre as indicações da cirurgia para tratar o quadro em questão e sobre os tipos de cirurgia existentes nesses casos. Confira.

Quando é preciso operar a hérnia de disco?

De acordo com material publicado pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, o tratamento cirúrgico é indicado em casos bastante específicos.

Pacientes com hérnia de disco confirmada por imagem e com dor persistente por 3 a 6 semanas, que não reagem aos medicamentos e tratamento conservadores, são bons candidatos ao procedimento.

Pessoas com doenças específicas, como a síndrome da cauda equina ou o deficit neurológico progressivo ou severo podem ser submetidas à cirurgia em caráter emergencial.

Como é feita a cirurgia para hérnia de disco?

A cirurgia pode ser tradicional ou minimamente invasiva, de acordo com a indicação do médico e o estado clínico no paciente. Abaixo, falaremos um pouco mais sobre ambas as opções.

Cirurgia tradicional

Como o próprio nome pode sugerir, trata-se de uma cirurgia feita nos moldes mais convencionais.

Ou seja: a intervenção é feita com anestesia geral e sedação e consiste na feitura de um corte na região das costas do paciente, com o intuito de acessar a coluna vertebral.

O cirurgião pode substituir o disco danificado por outro, feito de material artificial, ou unir 2 vértebras.

Costuma ser uma cirurgia relativamente rápida, mas o tempo pode variar de acordo com a severidade do caso.

Cirurgia minimamente invasiva

Procedimento que visa tratar as hérnias sem provocar internação ou cicatrizes de grande porte, pode ser feito por técnicas diferentes, como as que serão apresentadas a seguir.

Cirurgia endoscópica

Por pequenas incisões, o especialista infiltra tubos finos, de pequena extensão, no corpo do paciente. Na ponta desses tubos, está uma câmera.

A cirurgia endoscópica é inteligente, uma vez que permite que o médico acesse o interior da coluna sem fazer grandes cortes, e pode ser realizada com sedação e anestesia local.

Em algumas circunstâncias, pode contar com o apoio de um aparelho de radiofrequência, que auxilia na remoção da hérnia e na cauterização dos nervos.

Microcirurgia

Procedimento feito através de um microscópio cirúrgico, tem como objetivo cauterizar os nervos ao redor da hérnia e remover o disco afetado.

Costuma ser a escolha mais popular dos especialistas, uma vez que diminui o risco de hemorragias e infecções.

Outra vantagem desse procedimento para tratar hérnia de disco está no tempo de repouso do paciente após a cirurgia: a recuperação é rápida, e a internação, curta.

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Como é feita a cirurgia de hérnia de disco

Como é feita a cirurgia de hérnia de disco

A cirurgia de hérnia de disco é recomendada quando o tratamento convencional não surtiu os efeitos desejados e o quadro clínico do paciente sugere a necessidade de uma intervenção mais dramática.

Neste artigo, falaremos um pouco mais sobre a hérnia de disco em si. Além disso, explicaremos em quais situações é necessário recorrer à intervenção cirúrgica e quais são os tipos de cirurgia existentes. Confira.

O que é hérnia de disco?

Os tecidos existentes na região da coluna, por entre os ossos, são chamados de discos intervertebrais. Eles têm a função de permitir a movimentação da coluna, mas também de absorver o impacto da movimentação cotidiana.

É natural que, com o passar dos anos, os discos intervertebrais fiquem danificados. Hábitos posturais incorretos, sedentarismo e ausência de atividade física, no entanto, podem fazer com que a degeneração ocorra de forma mais rápida.

Quando há o rompimento externo de um disco, ocorre o que chamamos de hérnia de disco — quadro bastante doloroso, que atrapalha a movimentação, causa dor e, eventualmente, pode ser incapacitante.

Uma mesma pessoa pode ter várias hérnias desse tipo. A gravidade de cada uma delas pode variar.

Quando é feita a cirurgia de hérnia de disco?

Como já comentamos, a maior parte dos pacientes é cuidada com tratamento convencional. Isso inclui sobretudo a utilização de medicamentos, a prática de atividade física voltada para o fortalecimento da coluna vertebral e, quando necessário, repouso.

A cirurgia para o problema em questão pode ser feita de 2 formas distintas. A escolha do método varia de acordo com as demandas do caso clínico.

Tipos de cirurgia

Existem 2 tipos de cirurgia: a tradicional e a minimamente invasiva. Falaremos mais sobre elas abaixo.

Cirurgia tradicional

Na intervenção tradicional, realiza-se um corte nas costas do paciente, a fim de acessar a coluna vertebral.

Retira-se a parte afetada do disco vertebral — ou a totalidade dele, a depender do caso — e, então, acrescenta-se um disco artificial. Há também a possibilidade de se unirem 2 vértebras.

Claro que, uma vez que estamos falando sobre um procedimento invasivo, é natural que o paciente esteja sedado e completamente anestesiado.

Cirurgia minimamente invasiva

Dentro desse grupo, está um conjunto de técnicas que têm sido utilizadas para promover intervenções cirúrgica mais rápidas, com menos riscos e com menor tempo de recuperação. Elas serão descritas a seguir.

Cirurgia endoscópica

Feita por meio de pequenos tubos com câmeras, pode ser com sedação e anestesia local — o que a torna mais rápida e diminui consideravelmente o tempo de recuperação.

Microcirurgia

Consiste em remover o disco afetado e promover a cauterização dos nervos que existem ao redor da hérnia, o que diminui os quadros de dor.

É um procedimento que diminui a possibilidade de hemorragia e não deixa grandes cicatrizes.

Existem ainda procedimentos que, sem caráter cirúrgico, trabalham para diminuir a dor do paciente.

Importante salientar que todo tratamento deve ser acompanhado por um médico responsável e respeitar as informações clínicas e o estado de saúde do paciente.

Ao 1º sinal de que algo foge à normalidade, deve-se buscar opinião especializada. A automedicação, em qualquer circunstância, é completamente desaconselhável, inclusive no caso da hérnia de disco.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder os seus comentários sobre esse assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em São Luís!

Posted by Dr. Henrique Rios in Todos