fraturas esportivas

3 fraturas esportivas mais comuns

Fraturas esportivas são mais comuns em pessoas que fazem atividade física de impacto de forma frequente e intensa, como é o caso dos atletas profissionais.

Similarmente, indivíduos que fazem exercícios sem a devida preparação, que malham de forma exaustiva e incorreta ou dão início a treinos sem aquecimento também estão mais propensos a desenvolver lesões e, em casos severos, fraturas.

Em situações mais brandas, os esportistas sofrem com entorses — a famosa “torção”, que ocorre principalmente no tornozelo — de caráter leve. 

Quando a torção é grave, no entanto, pode até submeter o indivíduo a intervenções cirúrgicas.

Como se pode ver, é preciso ter cautela durante a prática de esportes e similares, embora eles sejam primordiais para a saúde, para a longevidade e para o combate a doenças múltiplas.

Abaixo, falaremos um pouco mais sobre algumas das fraturas esportivas mais comuns e as suas causas.  Prossiga com a leitura.

Causas mais comuns de fraturas esportivas

Boa parte das pessoas que sofrem com fraturas esportivas passa pelo que chamamos de overtraining ou excesso de treinamento.

É importante respeitar os limites do corpo e ir devagar: aumentar a carga de peso de uma hora para outra, triplicar os horários de treino ou correr 20 quilômetros a mais são fatores de risco, por exemplo.

Com toda a certeza, a utilização de calçados inadequados também é uma das maiores causas de lesões, além de causar dores e fazer com que o corpo do atleta tenha perda de performance.

De tal forma que cada esporte tem um tipo de calçado: jogadores de futebol usam chuteiras. Corredores, tênis que absorvem o impacto. Isso não é por acaso.

Além disso, treinar em ambientes inóspitos, como pistas irregulares e com buracos, também aumenta a possibilidade de acidentes, fraturas e lesões.

Fraturas esportivas mais comuns

Abaixo, listamos 3 das fraturas mais recorrentes em profissionais de atividade física.

1. Fratura do joelho

O joelho é composto de vários ossos, como tíbia, fíbula, patela. A fratura pode ocorrer em qualquer uma dessas estruturas.

A ruptura da tíbia ocorre quando há golpes diretos sobre ela — o que pode ocorrer durante esportes que exigem que o atleta salte e aterrisse, como ginástica artística, vôlei, handebol.

2. Síndrome de cuboide

O cuboide é um osso localizado na região do pé. Quando fraturado, gera dor intensa, incapacidade de colocar o pé no chão, inchaço.

É difícil que haja ruptura total do osso, mas atividades de impacto frequente, como dança profissional, ginástica artística, atletismo e futebol, podem propiciar o desenvolvimento do problema.

É caracterizada por dor na lateral do pé, inchaço, diminuição do movimento, sensibilidade ao toque e dificuldade para andar.

Se não for tratada corretamente, pode causar problemas crônicos.

3. Fratura de jones

Trata-se de uma fratura óssea entre a parte do meio do 5º metatarso e a base do pé.

O nome da fratura advém do fato de ter sido descoberta pelo cirurgião ortopédico Robert Jones, que foi atingido pela lesão durante a prática de dança.

É um problema comum entre dançarinos e esportistas de alta performance e ocorre quando há flexão incorreta do pé, que se dobra para dentro.

Essas são as principais fraturas esportivas que acometem os indivíduos.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder os seus comentários sobre esse assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em São Luís!



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Posted by Dr. Henrique Rios