Fratura no tornozelo

Fratura no tornozelo: sintomas, causas e tratamentos

Fratura no tornozelo: sintomas, causas e tratamentos

O tornozelo é o segmento ósseo localizado em cada um dos membros inferiores entre a perna e o pé. Assim como qualquer outra parte do corpo, ele pode sofrer lesões, como a fratura no tornozelo. No tornozelo, há duas protuberâncias ósseas que se chamam maléolos, que são extremidades distais dos dois ossos da perna: tíbia e fíbula. As fraturas na região acontecem no maléolo lateral da fíbula ou no maléolo medial ou posterior da tíbia. Tais fraturas podem ser instáveis ou estáveis, o que interfere diretamente no tipo de tratamento. As estruturas que integram o tornozelo formam uma espécie de anel, que liga a fíbula e a tíbia ao calcâneo e ao talo. Na parte interna desse anel, a estabilidade é mantida por ossos e complexos ligamentares. Quando as fraturas de tornozelo acontecem, ossos e ligamentos podem se romper de forma grave, desestabilizando o anel e afetando as articulações. Neste artigo, trazemos mais informações sobre esse tipo de fratura Continue a leitura e saiba mais.

Sintomas de fratura no tornozelo

Os sintomas imediatos desse tipo de fratura são o inchaço e a dor local. A dor costuma se estender de maneira difusa em torno do tornozelo. Pode ocorrer, também, deformidade no tornozelo e  incapacidade de suportar o peso corporal após a lesão, o que leva o paciente a mancar.

Causas desse tipo de fratura

A fratura de tornozelo é relativamente comum, e pode acontecer devido a diversos mecanismos capazes de lesionar a área, como a prática de atividades esportivas como corridas e saltos. Outras causas comuns são as quedas, pancadas fortes, esportes de contato, acidentes de carro, motocicleta etc. Independentemente do mecanismo envolvido na lesão, uma fratura de tornozelo sempre acontece porque a articulação é forçada além dos limites de sua amplitude normal de movimentação ou quando o osso sofre um golpe direto.

Tratamentos para fratura no tornozelo

Para iniciar o tratamento adequado, é necessário diagnosticar a condição e verificar o nível de comprometimento do tornozelo. O diagnóstico é feito por meio de radiografia e, eventualmente, de ressonância magnética. Além de exames de imagem, o exame físico com palpação da região também faz parte da investigação clínica. Confirmada a existência de fratura no tornozelo, o médico poderá indicar a aplicação de gesso ou uso de calçado ortopédico. A depender do caso, é recomendável recorre à técnica RAFI – Redução Aberta com Fixação Interna para reposicionar e estabilizar os ossos. Lesões estáveis costumam ser tratadas com abordagem conservadora, sem haver necessidade de cirurgia. Já as lesões instáveis demandam procedimento cirúrgico para alinhar os fragmentos ósseos e favorecer o processo de consolidação da fratura. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em São Luís!
Posted by Dr. Henrique Rios in Todos
Como é a reabilitação após uma fratura no tornozelo?

Como é a reabilitação após uma fratura no tornozelo?

As fraturas de tornozelo são frequentes, sobretudo, em quem pratica esportes de contato, salto e corrida. Vale acrescentar que a articulação do tornozelo é formada por tíbia e fíbula. A tíbia é o osso principal localizado na parte inferior da perna, enquanto a fíbula é o menor osso da perna, localizado no lado externo. A fratura no tornozelo acontece justamente quando há o rompimento de um ou dos dois ossos. Alguns fatores de risco aumentam a propensão às fraturas de tornozelo, entre elas, merecem destaque a redução da massa muscular, a osteoporose, a falta de controle muscular e o desequilíbrio, o que eleva as chances de uma pessoa cair. Qualquer fratura de tornozelo pode causar danos funcionais aos ligamentos que suportam a articulação da região, impactando diretamente a mobilidade e a estabilidade. Não importa se a fratura é decorrente de queda, golpe, torção ou choque. O fato é que ter o tornozelo fraturado pode trazer consequências desagradáveis, como dor aguda, hipersensibilidade local, edema e dificuldade de locomoção. A boa notícia é que tal condição pode ser tratada. Confira neste artigo como é processo de reabilitação após uma fratura no tornozelo.

Diagnóstico da fratura no tornozelo

Antes de iniciar a reabilitação, é necessário confirmar se realmente houve uma fratura de tornozelo. O médico analisará os sintomas relatados pelo paciente e buscará informações sobre as circunstâncias da lesão, ou seja, como ela ocorreu. Um exame físico com palpação deve ser feito e, para confirmar o diagnóstico, radiografia ou ressonância magnética podem ser solicitados.

Tratamento

O tratamento específico para a fratura de tornozelo dependerá da gravidade da lesão. A abordagem terapêutica pode incluir, em um primeiro momento, a imobilização dos ossos, mantendo-os juntos enquanto se curam. Para tanto, o uso de gesso ou calçados ortopédicos é indicado. No caso de lesões mais graves, é importante colocar os fragmentos ósseos no lugar por meio de cirurgia. O procedimento cirúrgico envolve a fixação de placa de metal e/ou parafusos para estabilizar os ossos. Durante o tratamento, o ortopedista pode orientar o uso de medicamentos para aliviar a dor. A automedicação é completamente contraindicada, pois somente o profissional pode indicar – de maneira segura – o tipo de fármaco, dosagem e duração do tratamento.

Reabilitação e exercícios

A fisioterapia pode ser útil para promover o conforto, melhorar a mobilidade e aliviar as dores articulares, desde que seja recomendada pelo ortopedista que acompanha o quadro. Jamais o paciente deve buscar o fisioterapeuta por conta própria, pois as sessões devem ser iniciadas no momento certo, com liberação médica. Além do trabalho fisioterápico, quando o médico perceber que o paciente está pronto, deve-se iniciar uma rotina de leves exercícios, de modo que isso favoreça a amplitude dos movimentos e fortaleça os ossos. O paciente não deve voltar às práticas esportivas intensas antes que o ortopedista se certifique de que o tornozelo está curado e que tanto a movimentação quanto a força muscular estão restabelecidos. O período de cicatrização deve durar entre seis a oito semanas. Entretanto, a plena recuperação demora mais alguns meses. Para prevenir novas lesões, é importante adotar uma dieta rica em cálcio e vitamina D, fortalecer os ossos e músculos com exercícios específicos, além de evitar situações que aumentem o risco de lesão. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em São Luís!
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